o que fazer com tudo de mim. Essas partes que transbordam além do que eu posso controlar. Que me escapam e são exatamente tudo que eu gostaria de deixar pra trás. Não posso amputa-las, mas como queria. Queria que fossem fisicas. Talvez um braço a mais. Algo que todos pudessem ver, talvez assim seria mais fácil de compreender tudo isso. Seria mais fácil de me livrar. Eu não gosto das pessoas. Elas me cansam. O mundo inteiro me deixa em colera, e as vezes eu me lembro disso. Coisas que me gritam o quanto existir é quase um castigo. Por que eu não posso mudar o mundo? Não. Não o mundo, as pessoas. A maioria delas não pensa como eu. E é terrivelmente difícil sorrir quando a angústia e sua siamêsa. Colada em mim, apertando o meu coração eternamente.
Renata Fernandéz, Prazer;* eu simplesmente posto, nada mais do que eu sinto, penso, e faço. e tambem um pouco da própria realidade, que garotas, e garotos adolescentes e jovens estão vivendo, estou aqui para ajudar, e não influenciar, sou um pouco sincera com o que vou falar, mais nunca deixo de ser educada, dizendo o que penso, e qualquer sugestão ou critica é sempre bem-vinda : D
domingo, 3 de abril de 2011
Eu não sei muito bem.
o que fazer com tudo de mim. Essas partes que transbordam além do que eu posso controlar. Que me escapam e são exatamente tudo que eu gostaria de deixar pra trás. Não posso amputa-las, mas como queria. Queria que fossem fisicas. Talvez um braço a mais. Algo que todos pudessem ver, talvez assim seria mais fácil de compreender tudo isso. Seria mais fácil de me livrar. Eu não gosto das pessoas. Elas me cansam. O mundo inteiro me deixa em colera, e as vezes eu me lembro disso. Coisas que me gritam o quanto existir é quase um castigo. Por que eu não posso mudar o mundo? Não. Não o mundo, as pessoas. A maioria delas não pensa como eu. E é terrivelmente difícil sorrir quando a angústia e sua siamêsa. Colada em mim, apertando o meu coração eternamente.
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